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Antes incomuns, imóveis para renda ganham força no mercado

Grandes incorporadoras acentuam movimento iniciado há poucos meses em capitais como São Paulo e BH

5/7/19

A construção de empreendimentos para aluguel é cada vez mais comum no mercado imobiliário brasileiro, embora já seja um modelo consolidado em outros países, como nos Estados Unidos. Grandes incorporadoras nacionais têm projetos finalizados e outras dezenas em andamento, apostando que esse deve ser o futuro do setor.

Em fevereiro, a Smartus publicou uma matéria que indicava esse movimento, até então incomum, conforme analisou na época o diretor de projetos Leonardo Faria. Apenas poucos meses depois, é crescente o número de incorporadoras entrantes no negócio, como Cyrela, Gafisa e HM Engenharia.

A MRV, que em fevereiro havia recém lançado seu primeiro empreendimento voltado para renda, em Belo Horizonte, ainda como uma espécie de projeto-piloto, agora planeja que 25% dos imóveis construídos sejam para locação nos próximos cinco anos, disse o diretor de marketing e vendas, Rodrigo Resende, para o site do Valor Econômico.

Mais avançada neste segmento, a Vitacon tem projetos em andamento em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Florianópolis. De acordo com o CEO da empresa, Alexandre Frankel, a ideia é que o morador possa mudar de casa conforme a necessidade de momento. “Seja qual for o motivo, a moradia tem que ser fluida, e isso muda tudo”, afirmou Frankel no Smartus Proptech Summit.

Perfil do novo consumidor

Uma pesquisa recente feita pela consultoria Deloitte com 1.313 brasileiros apontou que, dentre os itens prioritários para a escolha de um imóvel, a proximidade do trabalho, de serviços e hospitais aparece como o segundo mais votado, perdendo apenas para o quesito segurança. O resultado vai ao encontro do conceito de usar no lugar de possuir, característica típica do novo consumidor.

O levantamento também indicou que a sustentabilidade dos empreendimentos e o cuidado das empresas com o meio ambiente são fatores relevantes na escolha do imóvel, embora o consumidor não aceite pagar mais por isso. Vale a pena reduzir o lucro, mas ganhar o cliente (confira artigo da Smartus sobre o tema). 

Segundo a pesquisa, dentro de 20 anos metade dos consumidores vai dispensar o serviço de corretores de imóveis e boa parte dos negócios poderá ser fechada 100% por meio digital, uma tendência que precisa ser observada com atenção pelas empresas do setor.

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