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Saldo do emprego na construção é o melhor para agosto desde 2011

Relatório do Caged indica evolução do emprego no setor pelo quinto mês consecutivo

26/9/19

A construção civil empregou mais trabalhadores pelo quinto mês consecutivo, com um saldo de 17.306 vagas em agosto, melhor resultado desde 2011 (31.613). Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados na última quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 

Em relação a julho, a criação de novas vagas desacelerou em 8%. No acumulado do ano, o setor abriu 96.575 postos formais, entre admissões e desligamentos, 32% a mais do que no mesmo período de 2018 e melhor resultado desde 2013 (165.197). Desde janeiro, o setor aumentou em 4,89% a quantidade de trabalhadores com carteira assinada. 

No recorte demográfico, todas as regiões apresentaram evolução, com destaque para o Norte em termos de variação (+ 1,27%) e para o Sudeste em números absolutos (+ 8.731), principalmente nos estados de São Paulo (+ 3.436) e novamente Minas Gerais (+ 3.263). Além deles, a Bahia também apresentou números sólidos (+ 2.053).

Em apenas quatro unidades federativas houve mais demissões que contratações no mês passado: Rio Grande do Sul (- 322), Paraíba (- 210), Sergipe (- 33) e Alagoas (- 7). Conforme noticiado pela Smartus após fórum imobiliário realizado na capital gaúcha, Porto Alegre carece de recursos para investimentos e tem fechado postos de trabalho no setor consecutivamente.

A taxa de rotatividade na construção civil se manteve alta, em 7,81%. O indicador avalia o percentual de desligamentos – voluntários ou não – em relação ao número de profissionais contratados no período, ou seja, quanto maior, sinal de que menos estáveis são os empregos. Apenas a agropecuária foi mais instável em agosto (8,81%) dentre os oito setores analisados no Caged.

Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e membro do conselho da Smartus, José Carlos Martins destacou o papel do mercado imobiliário no resultado e afirmou estar trabalhando para que outros segmentos da construção ampliem sua participação, principalmente a infraestrutura. Importante lembrar que a construção foi essencial para o avanço do PIB acima das expectativas do mercado no 2º trimestre.

Para retornar ao patamar de empregos de agosto de 2014 (ou seja, antes da crise econômica), o setor ainda precisa abrir quase 1 milhão de vagas.

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