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Repasses do Minha Casa, Minha Vida devem ser normalizados em março

Ministro Gustavo Canuto negocia liberação de R$ 1,35 bilhão para o segmento

28/2/19

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, afirmou que estão avançadas as negociações com os ministérios da Economia e da Casa Civil para liberar recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) na ordem de R$ 1,35 bilhão. O montante representa quase 30% do orçamento da União previsto para o programa em 2019.

O anúncio do ministro foi realizado durante audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado, em Brasília. Canuto admitiu que “passou da hora” de resolver o problema dos repasses atrasados que vêm prejudicando principalmente pequenos e médios construtores, pois sem receita as empresas de menor porte não conseguem se manter por muito tempo.

De acordo com Canuto, o MCMV demanda repasses da União na casa dos R$ 300 milhões por mês, porém, até o momento, nos primeiros dois meses do ano, foi transferida apenas metade dessa quantia pelo Governo Federal.

A situação foi alvo de manifestações de empresários do setor imobiliário no início de fevereiro, no gramado do Congresso Nacional, e dias antes, em frente a agências da Caixa Econômica Federal (operadora do programa) em João Pessoa (PB) e Goiânia (GO). Os manifestantes afirmaram que nenhum repasse havia sido feito nos últimos quatro meses.

Segundo Canuto, a quantia a ser liberada será capaz de regularizar a situação do programa já a partir do mês de março. Pesquisa divulgada pela FGV no início de fevereiro indicou que as empresas atuantes no MCMV pretendiam reduzir a contratação de funcionários no próximo trimestre.

Entretanto, é possível que a partir da normalização dos repasses – com adiantamentos referentes ao primeiro semestre – a confiança dos players do setor volte a subir. O programa respondeu por mais de 70% dos lançamentos e das vendas residenciais no ano passado e, de acordo com o extinto Ministério das Cidades, emprega 8 milhões de trabalhadores na construção civil.

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