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Por que contratos de curto prazo diminuem a vacância de salas comerciais

Empresas podem alugar imóveis por apenas um mês, uma semana ou um dia

17/5/19

Imóveis comerciais com anúncios de “aluga-se” são comuns de encontrar nos últimos anos, mas isso não quer dizer que a demanda tenha sumido de uma hora para outra. Muitas empresas – principalmente as pequenas e médias – simplesmente não conseguem arcar com os custos da locação permanente em um cenário de queda nas receitas.

Constatada essa realidade, têm surgido novas formas de negociar a locação de imóveis comerciais, com mais flexibilidade ao locatário, que já encontra opções de aluguel cujo contrato pode ser de apenas um mês, uma semana ou mesmo um dia. Mas isso dá certo? Há demanda para negociações de curto prazo?

Para esclarecer a questão, imagine que você – empreendedor – iniciou um negócio virtualmente, um e-commerce, criando seu website e páginas nas redes sociais; felizmente, a ideia deu certo e sua loja virtual tem conseguido novos clientes a cada mês, porém há problemas logísticos e uma demanda de parte do público por ter um contato “físico” com a mercadoria antes de adquiri-la. Ou simplesmente você deseja testar como seria ter um endereço “real” para a loja.

Seja qual for a necessidade, é natural que você minimize os riscos e procure por um imóvel cuja negociação com o proprietário seja flexível. Entre 2007 e 2017, o número de empreendedores no Brasil saltou de cerca de 15 milhões para quase 50 milhões. Imagine quantos desses novos empreendedores não têm capital para se amarrar a um contrato de longo prazo com multas ameaçadoras.

Então, a resposta para a pergunta feita anteriormente é que sim, há demanda – e muita – para contratos inovadores, diferentes do que é praticado no mercado.

Há outros motivos que vão além do simples “risco” de o negócio não dar certo ou da queda de receita: empresas que vendem mais em determinados períodos do ano, empresas que mudam seu foco regional regularmente etc. etc., portanto não faz sentido, para elas, assinar um compromisso de vários anos em um mesmo espaço.

Com relação a custos como contas de água, energia e internet, além do IPTU, o cálculo do valor devido pelo locatário pode ser proporcional ao tempo de uso; assim, se uma empresa contratou, por exemplo, quinze dias, paga metade dos valores mensais.

Como outras iniciativas “revolucionárias”, essa pode ser uma ideia que leva algum tempo para engrenar, mas ela é simples e funcional, além de amenizar um problema real dos últimos anos, que são as elevadas taxas de vacância.

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