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Plataforma reduz custos com domínio físico-econômico da obra

Retorno chega a 100 vezes em termos de economia de recursos financeiros

27/8/19

Em meados de 2015, durante a última crise econômica que afetou o Brasil, foi comum a todas construtoras executar obras com restrição de recursos, tendo, portanto, que obter maior precisão no orçamento e assertividade nos valores investidos a cada mês. Dessa necessidade nasceu a Prevision, plataforma de gestão de projetos imobiliários.

“A partir de um planejamento com visão em linha de balanço e conexão com o orçamento, conseguimos 0,01% de distorção [entre o previsto e o executado]. Meses após essa vivência, percebemos que era uma forma de dominar e ter previsibilidade sobre as obras e, ao conversar com o mercado, vimos que 97% das empresas tinham grande interesse nesse resultado”, contextualiza Paula Lunardelli, fundadora e CEO da Prevision.

A plataforma é aderente à metodologia lean e permite um cronograma ágil e replicável a pavimentos ou lotes semelhantes – normalmente aplicado a prédios, casas ou loteamentos. 

Além de facilitar a visualização dos cenários e a operação do cronograma, o sistema oferece maior clareza em relação às metas de produtividade e permite a medição do avanço da obra por aplicativo, proporcionando conexão em tempo real entre o canteiro e o escritório. “A gestão estratégica possibilita centralizar os projetos da construtora, acompanhá-los à distância e escolher qual o melhor cenário para cada obra através do domínio físico-financeiro”, explica Lunardelli.

A plataforma integra o orçamento estipulado pela construtora, gera curvas de avanço e cronogramas físico-econômicos e também exporta informações dos percentuais executados e das datas programadas para cada serviço, novamente se conectando ao ERP ou sistema de gestão da construtora. 

Segundo Lunardelli, a possibilidade de integração a outras ferramentas é uma missão da Prevision. “O sistema nasceu com essa lógica de ser aberto e integrável, então é possível conectar com plataformas de projetos em BIM, plataformas de gestão, qualquer outro tipo de ferramenta”, destaca.

Atualmente com 140 obras em andamento em 12 estados brasileiros, a Prevision já tem diversos cases de sucesso no mercado: em uma obra de 20 mil m², a postergação do início do ciclo do reboco conseguiu reduzir o desencaixe em R$ 2 milhões no orçamento anual; o menor tempo necessário na operação da ferramenta, que leva 15 minutos para atualizar um cronograma, gera, na prática, uma economia de R$ 2 mil por mês ou R$ 40 mil por obra, informa Lunardelli.

Ainda com relação à previsibilidade e manutenção dos prazos, a eliminação ou redução de atrasos na obra resulta em retorno de até 100 vezes, segundo o histórico de projetos atendidos pela Prevision. 

Agora, o desafio é expandir o uso da tecnologia para o maior número de construtoras, pois, na avaliação de Lunardelli, o mercado imobiliário ainda é um dos que menos se digitaliza no Brasil.

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