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Inteligência artificial ainda é pouco utilizada por empresas e investidores do mercado imobiliário

Fernando Souza, CEO da Urbit, mira horizonte promissor com impactos significativos de ganho em produtividade

14/11/18

Cada vez mais avançada e com papel essencial em diversos segmentos profissionais, a tecnologia ainda é pouco explorada pelas empresas do mercado imobiliário brasileiro. O diagnóstico é de Fernando Souza, CEO da Urbit, startup especializada em soluções a partir do uso de inteligência artificial (IA). “Poucas empresas conhecem as tecnologias disponíveis”, afirma.

De acordo com o especialista, a inteligência artificial pode ser aplicada em todas as etapas de um projeto imobiliário, desde a escolha do terreno até a definição e o detalhamento dos produtos. Dentre as principais vantagens, estão a redução dos custos na etapa de avaliação, o aumento da produtividade e a redução do grau de incerteza nas decisões de investimentos imobiliários.

Economia, rapidez e alto índice de acerto na definição do melhor produto

A Prefeitura de São Paulo, por exemplo, gastou por volta de R$ 1 milhão em um contrato para avaliação de imóveis e terrenos. Segundo Fernando, o custo para a execução do mesmo serviço seria de aproximadamente R$ 50 mil com a utilização da plataforma Urbit, uma economia de R$ 950 mil ou 95%.

A tecnologia também auxilia incorporadoras e empreendedores na escolha das melhores áreas de acordo com o projeto desejado, hierarquizando os terrenos em função de suas características, tais como zoneamento, incidência de questões ambientais, preservação do patrimônio histórico, localização etc. “Um incorporador chega a receber 25 ofertas de terrenos por dia… o uso da inteligência artificial consegue alcançar precisão suficiente para um primeiro filtro”, explica.

Outra vantagem competitiva obtida com uso da IA é identificar com maior agilidade e confiável exatidão os fluxos de pessoas e veículos em uma determinada região. “A aplicação para o mercado imobiliário traduz-se a partir da contagem de fluxos antes da compra ou definição do produto imobiliário, com o objetivo de analisar com precisão a quantidade e qualidade da população flutuante da região”, esclarece o CEO da Urbit.

Inovações tecnológicas vieram para ficar

O diretor executivo da Smartus, Guilherme de Mauro, reforça que a inteligência artificial é uma realidade sem volta: “Ao longo dos eventos que realizamos, passamos a entender cada vez melhor como a tecnologia gera benefícios e otimização de tempo e recursos no setor imobiliário”.

Mais do que fazer a separação entre compradores e pessoas que tem apenas algum interesse, facilitando, assim, o trabalho dos corretores de imóveis, a inteligência artificial é capaz de oferecer informações demográficas e ambientais, cotação de preços, contagem de fluxos e até estatísticas criminais, possibilitando estudos mais completos do mercado imobiliário.

Se ainda é pouco utilizada no setor, Fernando Souza avalia que o horizonte para o uso da inteligência artificial é “muito promissor”. “O impacto virá e será muito significativo em ganhos de produtividade para a cadeia imobiliária como um todo”, declara.

Fernando Souza é presença confirmada no Smartus Fórum Imobiliário Campinas, dia 22 de novembro, no Royal Palm Plaza Resort. Confira a programação completa aqui.

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