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Financiamento via poupança cresce 33% no 1º semestre

Na capital paulista, vendas aumentaram 176% em relação aos primeiros 6 meses do ano passado

15/8/19

Dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o montante emprestado pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) no 1º semestre para compra e construção de imóveis foi 33,3% maior do que no mesmo período do ano passado, totalizando R$ 33,72 bilhões.

Houve acréscimo significativo nos financiamentos em todos os meses entre janeiro e junho, na comparação com 2018. O total emprestado no 1º semestre corresponde a 45% da projeção revisada pela Abecip até dezembro e, como o mercado fica mais aquecido nos últimos seis meses do ano, a expectativa é de consolidação da retomada do setor.

Em São Paulo, principal cidade do país em relação aos indicadores do ramo imobiliário, a quantidade de lançamentos no 1º semestre (18.382) foi a melhor da série histórica iniciada em 2004, de acordo com o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). As vendas só ficaram atrás do período de 2008 (18.745 agora ante 19.224 há 11 anos).

Analisando apenas os números de junho, as 6.319 unidades novas comercializadas representaram avanço de 176% no comparativo com o mesmo mês no ano passado. Em lançamentos, o percentual é ainda maior (218,8%), num total de 9.415 imóveis novos na oferta da capital paulista.

Na avaliação do presidente do Secovi-SP, Basílio Jafet, a expressiva marca de lançamentos se deve à maior confiança das empresas na macroeconomia brasileira devido à inflação controlada e ao avanço da reforma da Previdência. Com relação às vendas, Jafet destaca a manutenção dos “atrativos preços dos imóveis” e a demanda reprimida dos últimos anos de crise.

De acordo com o vice-presidente de Incorporação do Secovi-SP, Emilio Kallas, os números são surpreendentes porque “superaram os meses de dezembro dos melhores anos da série histórica” monitorada pela entidade – em dezembro do ano passado, foram vendidas 5.204 unidades, 18% menos do que em junho.

Para o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo, Celso Petrucci, os indicadores devem recuar a um patamar mais próximo da série histórica no 2º semestre, porém os resultados acima do esperado até aqui mostram que o mercado “está firme”.

A pesquisa aponta que as unidades com 2 quartos lideraram em lançamentos (5.385), vendas (3.730) e venda sobre oferta total (22,9%). Imóveis com até 45 m² e no valor-teto de R$ 240 mil também figuram entre as preferências dos consumidores, influenciando novos projetos das construtoras.

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