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Construção civil tem saldo positivo nos empregos pelo sexto mês seguido

Foram criadas 18.331 vagas, melhor resultado para setembro desde 2013

18/10/19

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na última quinta-feira (17) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia mostra que a construção civil realizou mais contratações do que demissões pelo sexto mês consecutivo em 2019, totalizando 18.331 postos formais de trabalho. 

Em relação a agosto, a evolução foi de 5,9%. Nos primeiros nove meses do ano, o setor abriu 116.530 vagas entre admissões e desligamentos, o que representa 45% a mais do que no mesmo período em 2018 e o melhor resultado desde 2013. A construção civil aumentou em 5,9% a quantidade de trabalhadores com carteira assinada em 2019.

O comparativo ano a ano deixa claro que o momento é de sólida retomada após um hiato que compreendeu centenas de milhares de demissões entre 2015 e 2017. No primeiro ano da crise econômica, o saldo foi negativo em 204 mil postos de trabalho nos primeiros nove meses do ano, situação revertida apenas no ano passado.

No recorte demográfico de setembro, todas as regiões apresentaram saldo positivo, com destaque para o Centro-Oeste em termos de variação (+ 1,56%) e para o Sudeste em números absolutos (+ 6.732). Destaque também para as variações nos estados de Roraima (+ 6,87%), Maranhão (3,52%) e Rondônia (+ 2,16%).

Os estados que mais abriram vagas no setor no mês passado incluem São Paulo (+ 3.621), Minas Gerais (+ 2.445), Bahia (+ 2.145), Maranhão (+ 1.411), Santa Catarina (+ 1.357) e Goiás (+ 1.202). Somente em Pernambuco houve mais demissões que contratações em setembro (- 366). Os números mostram que a recuperação do emprego na construção está bastante pulverizada em todo o país, com cada vez menos estados fechando vagas.

A taxa de rotatividade se manteve na casa dos 7%, ligeiramente abaixo do registrado em agosto. Ela avalia o percentual de desligamentos – voluntários ou não – em relação ao número de profissionais contratados no período e, quanto mais alta, menos estáveis são os empregos em determinado setor. Neste quesito, a segurança só é mais estável do que a agropecuária (8,2%).

Ao final de setembro, a quantidade de trabalhadores formais no setor chegou a 2,09 milhões, de acordo com o Ministério da Economia. 

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